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um amigo de fim de tarde

um amigo, um café, um ritual de fim de tarde... conversas banais, fáceis como um gato ao sol.

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amoras, as protagonistas do meu verão

Sassão, 21.06.20

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Modéstia à parte, sei sempre onde há as melhores amoras.

É um talento inato, como há os vedores que encontram água com a sua vara, eu tenho algo cá dentro que me leva às melhores amoras... se calhar foi alguma coisa que veio com as vacinas, levei muitas para ir e vir de África.

Parece que as vacinas trazem coisas lá dentro, agora até chips vão trazer. Espero que aquele que me calhar seja para encontrar queijo da serra em promoção.

As conversas são como as cerejas. Mas eu estava a falar de amoras e como sou boa a encontrá-las.

E sigo-as de perto, vou provando as primeiras, até ao dia em que levo uma taparuére e trago um monte delas para casa!!!

As amoras levam-me sempre à infância. Havia a época de ir aos espargos, aos figos da Índia e claro que havia a época de ir às amoras.

Se fazia parte de uma saída em família, era uma seca, só podia comer algumas porque a minha mãe queria trazê-las para casa.

Mas quando a criançada da rua pegava na bicicleta e ia a um sítio onde já estavam maduras, era uma festa!

Tínhamos esses lugares bem vigiados e mantidos em segredo... para sermos os primeiros. Como faço agora. 

Assim, podia estar a fazer o roteiro das férias de verão, não fora o vírus; podia estar na praia, não tivessem tido mais uns milhares a mesma ideia... mas fui vigiar o crescimento das amoras.

Afigura-se um verão interessante. 

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